Arquivo Arquivos Mensais: agosto 2018

Chá que as grávidas não podem tomar

Assim como alguns remédios, determinados chás podem diminuir a quantidade de leite, causar a intoxicação e até mesmo o aborto.

Complexo de Treinamento em Cirurgia

Complexo de Treinamento em Cirurgia minimamente invasiva.

Faculdade Suprema e Instituto Crispi.

Congresso Sobral Sudoeste 2015 Angra dos Reis

Congresso Sobral Sudoeste 2015 Angra dos Reis.

Congresso Sobral Sudoeste 2015 Angra dos Reis.

18º Endometriose | 3º Mioma In Rio18º

4 e 5 de dezembro de 2015 Windsor Barra – Rio de Janeiro

AAGL 2015 Global Congress

On Minimally Invasive Gynecology

MGM Grand Hotel – Las Vegas
15-19 Novembro 2015

Anatomia avançada – Estados Unidos

The Saint Louis University School of Medecine certifies that Dirceu Crispi has attended the Advanced Retroperitoneal Anatomy of the Pelvis.

Sponsored by : Pratical Anatomy and Surgical Education Department of Surgery

Saint Louis – USA

21 – 23 Abril 2016

Global Congress

Global Congress

43rd AAGL

Global congress on minimally invasive gynecology. Nov.17-21,2014 Vancouver, British Columbia

DIU e SIU

Dispositivo intrauterino (DIU) e Sistema intrauterino (SIU – também conhecido como DIU medicado ou DIU Hormonal) são,  como o nome já diz, sistemas ou dispositivos que devem ser inseridos por médicos, dentro do útero. A grande vantagem destes métodos é a comodidade posológica e a alta eficácia, que pode proteger a mulher durante 5 a 10 anos, dependendo do produto.

Qual a diferença entre os dois?

Infertilidade

INFERTILIDADE

A infertilidade é hoje um dos problemas da mulher moderna que mais aflige a população feminina, sendo uma das queixas mais frequentes nos ambulatórios de ginecologia. Estima-se que 15% dos casais em idade reprodutiva sofram com infertilidade. Por definição, infertilidade é ausência de gravidez espontânea no período de um ano, com relações sexuais regulares e sem uso de nenhum método contraceptivo. Ela pode ser classificada como primária quando a paciente nunca engravidou anteriormente; ou como secundária, quando a paciente já engravidou em algum momento da sua vida e, atualmente, está há mais de um sem conseguir engravidar.

O ingresso cada vez mais maciço da mulher no mercado de trabalho, com o adiamento cada vez maior da idade de concepção; a história de múltiplos parceiros sexuais prévios; alterações alimentares e do estilo vida e, até mesmo, o nível de poluição, são alguns dos motivos do número cada vez mais crescente de casos de infertilidade conjugal.

Esta incapacidade de alcançar a gravidez pode ter diversas razões, fatores femininos e masculinos podem estar envolvidos isoladamente ou mesmo simultaneamente. Os fatores masculinos estão envolvidos em cerca de 30% dos casos da infertilidade conjugal, devendo ser realizado, pelo menos, um exame de espermograma do parceiro, como parte da investigação inicial do casal infértil.

Existe uma grande porção dos casos de infertilidade na qual não se consegue descobrir uma causa específica após a investigação minuciosa do casal, sendo classificada como “infertilidade sem causa aparente”. Estes casos correspondem cerca de 20% de todos os casos de infertilidade e por não possuir um tratamento específico, quase sempre exigem uma técnica fertilização assistida, do tipo fertilização in vitro.

O restante dos casos de infertilidade decorre de problemas com o sistema reprodutor feminino (direta ou indiretamente), estes podem ser divididos em fatores ovulatórios/hormonais; anatômicos ou outros.

Dentre os casos ovulatórios/hormonais, a infertilidade está associada a algum problema no eixo hormonal da paciente, com consequente prejuízo na função ovariana e na ovulação, como exemplos clássicos desse subtipo de infertilidade feminina, podemos citar a síndrome dos ovários policísticos e a menopausa precoce. Geralmente, estas afecções são revertidas com medicamentos hormonais e/ou indução medicamentosa da ovulação.

Dos casos de infertilidade anatômicos, podemos citar como exemplos: obstrução tubária (geralmente secundária a infecção), malformações congênitas uterinas, doenças uterinas (miomatose, polipose, sinéquias, etc), ou seja, casos que interferem na parte mecânica da fecundação dos gametas.

Outras causas femininas de infertilidade seriam: a endometriose, que a afeta a fertilidade tanto por prejudicar a ovulação, quanto na distorção da anatomia do sistema reprodutor; ou doenças crônicas não ginecológicas que podem interferir direta ou indiretamente na ovulação.

A infertilidade, por ser algo multifatorial, exige uma investigação ampla do casal, sendo assim, o tratamento da infertilidade vai variar de acordo com a causa dela. Muitas vezes são encontradas mais de uma causa, o que exige tratamento específico para cada uma delas.

Em algumas vezes, o tratamento da infertilidade deve ser feito com uma cirurgia, seja para desobstruir as tubas uterinas, seja para retirada miomas volumosos ou mesmo seja para a retirada dos focos de endometriose.

Marque sua consulta: 21 2667-0512 ou 21 2657-3600

Mioma Uterino

Mioma Uterino

   Os miomas uterinos, também conhecidos como leiomiomas uterinos, são tumores benignos compostos de fibras musculares organizadas, não são doenças malignas e a probabilidade de se transformarem em câncer é extremamente baixa, inferior a 1%. A prevalência geral da presença de miomas na população feminina na literatura situa-se em 25%, sendo uma das patologias mais comuns na ginecologia.

Eles respondem a estímulos hormonais femininos, por isto são encontrados com maior frequência em mulheres na idade reprodutiva, sendo mais prevalentes em mulheres na terceira e quarta décadas de vida. Como são estimulados pelos hormônios femininos, durante a gravidez tendem a crescer muito e após a menopausa tendem a regredir de forma considerável, podendo, inclusive desaparecer nesta fase.

   Não se sabe ao certo os motivos para o surgimento desses tumores benignos, os estudos atuais demonstram uma predisposição genética e até mesmo racial para o seu aparecimento, sendo mais comumente encontrados em pessoas afrodescendentes e com história familiar dessa patologia.

   Os miomas variam em tamanho e localização. Em alguns casos podem causar um crescimento demasiado do útero, o que, por vezes, pode simular uma gestação (com o aumento do abdome e palpação de uma massa volumosa pela paciente na região de baixo ventre).

Quanto a sua localização, eles variam de acordo com a região do útero acometida, eles podem ser encontrados na região mais interna do útero, sendo chamados de submucosos; podem ser achados no meio da musculatura uterina (região do miométrio), os intramurais; ou ainda podem ser localizados na região mais externa do útero, os subserosos. Uma particularidade dos leiomiomas subserosos, que por vezes eles podem ser pediculados, ou seja, não estarem crescendo no íntimo do tecido uterino e, sim, apenas ligados ao útero por uma conexão de tecido fibroso, como se ficassem apenas “pendurados” ao útero. Isto pode por vezes confundir o examinador como tumores ovarianos.

Por mais que eles sejam classificados de acordo com sua localização, é muito comum a presença de mais de um mioma simultaneamente e em diferentes localizações no útero.

A maioria dos miomas é assintomática, sendo descobertos apenas nos exames de rotina ginecológicos. Quando desenvolvem sintomas na paciente, os principais achados são: sangramento uterino anormal, quando pode haver aumento do período menstrual, do fluxo, sangramento entre as menstruações, que podem levar inclusive a anemia; dor em baixo ventre, durante a relação, ao urinar, aumento do volume abdominal, podem ser outros sintomas possivelmente encontrados. Em alguns casos, a presença de miomatose uterina pode ser o fator para infertilidade ou mesmo abortamento de repetição.

O diagnóstico dos miomas é facilmente feito por uma simples ultrassonografia transvaginal, deixando os exames de maior complexidade, como por exemplo, a ressonância nuclear magnética para os casos que necessitem de complementação diagnóstica, tais como: associação com outras doenças (endometriose, adenomiose, etc), casos de múltiplos miomas e/ou presença de mioma(s) muito volumoso(s).

Existem diversas opções de tratamento para esta patologia, que podem variar desde o tratamento hormonal, na tentativa de bloquear os hormônios femininos para diminuir o crescimento desses tumores; até o tratamento cirúrgico, que nas pacientes que ainda desejam ter filhos consiste numa cirurgia chamada miomectomia, no qual é retirado apenas o tumor, preservando a fertilidade da paciente. Em alguns casos específicos, a histerectomia (retirada de todo, ou parte, do útero) consiste o melhor tratamento. Ambas as cirurgias, atualmente podem ser realizadas de maneira minimamente invasiva. Para os miomas restritos à camada mais interna do útero, os submucosos, podem ser feitos por via histeroscópica, e para os demais as, via laparoscópica é uma via muito segura, que permite excelentes resultados.

Marque sua consulta: 21 2667-0512 ou 21 2657-3600