Ginecologia

Dr. Dirceu Crispi

Dr Dirceu CrispiMédico ginecologista e obstetra especializado em endoscopia ginecológica.

  • Graduação em Medicina. Universidade do Grande Rio, UNIGRANRIO, Duque De Caxias, Brasil
  • Especialização – Residência Médica. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Rio De Janeiro, Brasil Título: Obstetrícia e Ginecologia
  • Especialização em Videoendoscopia Ginecológica: Vídeohisteroscopia. Instituto Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz, IFF/FIOCRUZ, Brasil
  • Especialização em Vídeoendoscopia Ginecológica:Vídelaparoscopia. Instituto Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz, IFF/FIOCRUZ, Brasil
  • Especialização em Ginecologia e Obstetrícia. Universidade Gama Filho, UGF, Rio De Janeiro, Brasil
  • Especialização em Ginecologia e Obstetrícia Febrasgo (TEGO)
  • Membro da AAGL
  • Título de especialização internacional em Densitometria Óssea

Especialidades

Ginecologia

A Ginecologia é o ramo da medicina que estuda a fisiologia e as patologias do aparelho reprodutor femininos em situação não gestante.

Os médicos especializados na prática ginecológica são os ginecologistas. Sua formação e qualificação, tanto médica como cirúrgica, tem por objetivo o tratamento dos aspectos relacionados com a função reprodutora e sexual das mulheres.

O principal objetivo do exame ginecológico é a avaliação dos órgãos pélvicos internos e externos femininos: o útero, os ovários, as trompas de falópio, colo do útero, a vagina, os grandes e pequenos lábios. Também são observados sinais de câncer nas mamas. Deste modo, podem ser detectadas infecções nos rins, bexiga, ou do sistema urinário, ou outras situações que podem afetar a saúde global da mulher, bem como tornar viáveis possíveis engravidamentos.

Inspeções ginecológicas são recomendadas a partir da maturidade sexual e devem ser mantidas mesmo após a menopausa. Uma completa inspeção ginecológica pode revelar as seguintes enfermidades: tumores e câncer. Um dos principais objetivos destas inspeções é a detecção precoce de câncer de colo de útero.

Um exame simples, chamado Papanicolau é feito com este propósito. O ginecologista colhe uma amostra de células das secreções vaginais e estas são examinadas através de microscópios potentes para a detecção de sinais cancerígenos.

Caso sejam encontradas células suspeitas, deve ser realizada uma biópsia para confirmar ou descartar a presença de câncer. O estudo das células deve ser realizado periodicamente, bem como a observação dos ovários, trompas de falópio e útero, visto que o câncer destes órgãos normalmente não tem sintomas (só em estágios avançados da doença).

Videohisteroscopia

A videohisteroscopia é um exame onde é introduzido através do colo uterino um instrumento fino de aproximadamente 5 mm (histeroscópio) tem como objetivo a avaliação da cavidade uterina trazendo o diagnóstico de patologias uterinas como miomas, pólipos, endometrite, câncer, entre outras.

A videohisteroscopia, além de ter o poder de diagnosticar patologias uterina, é capaz de ser realizada em regime ambulatorial sendo bem tolerada sem anestesia, porém pode ser realizada sob sedação, trazendo assim mais conforto a paciente e tratamento imediato de algumas dessas doenças.

Videolaparoscopia

A videolaparoscopia é uma técnica cirurgia onde se avalia a cavidade abdominal através de um óptica de aproximadamente 10mm introduzida através do umbigo e outras pequenas incisões, por vezes de menor diâmetro (5mm), onde nelas são introduzidas pinças para o manuseio de órgãos ou órgão a ser estudado.

O cirurgião acompanha seus movimentos através de um monitor com isso, o tempo de internação é menor propiciando ao paciente o retorno as suas atividade diária em menor tempo.

Através desta técnica observamos menos dor no período pós-operatório, menor risco de infecção, menor perda sanguínea no momento cirúrgico e melhor resultado estético.

Robótica

Inspirados pela possibilidade de criar dispositivos autômatos pré-programados, vários estudiosos se dedicaram, ao longo da história, à área da robótica. Essa ciência, ou estudo, lança mão da tecnologia associada a projeto, fabricação e teoria para utilizá-la na aplicação dos robôs a fim de auxiliar o homem em seus diversos trabalhos. Porém, a princípio, toda concepção popular a respeito de robôs se resumia às histórias e filmes de ficção científica.

Desde 1495, nas obras de Leonardo Da Vinci, com base em seus estudos de anatomia e mecânica, o mundo presenciava o surgimento de gênios que usariam seus conhecimentos e criatividade em tal área. Talvez até muito antes, com a construção de máquinas movidas a vapor, como as de autoria do grego Arquitas de Tarento, datados de 350 A.C., já havia registros de projetos para criação de autômatos.

Apesar disso, o termo robô só foi primeiramente utilizado em 1921, por Karel Čapek, um dramaturgo checo, se derivando da palavra robota, que significava “trabalho forçado”. A partir de então, com o incrível avanço da tecnologia, a área da robótica -juntamente com a mecânica, eletrônica e desenvolvimento de softwares- pôde se unir à Medicina.

O fruto dessa união possibilitou trazer à realidade algo que antes só se fazia presente no mundo da imaginação: a Cirurgia Robótica.

Como forma de evolução da cirurgia minimamente invasiva, essa técnica tem como finalidade aumentar a capacidade humana de realizar determinados movimentos cirúrgicos com maior precisão e destreza.

Contrastando-se à cirurgia convencional, que utiliza procedimentos que muitas vezes envolvem abertura de ossos e incisões de grandes dimensões, esse tipo de cirurgia lança mão de braços robóticos manipulados remotamente.

Tudo é realizado por meio de um console comandado por um cirurgião especificamente habilitado para tal. Micro câmeras presentes nos braços do robô são responsáveis por captar imagens em alta resolução, projetando-as para utilização do cirurgião, agregando segurança e precisão ao procedimento.